sábado, 26 de julho de 2014

Tecnologia que promete internet 10x mais rápida quer substituir TCP/IP


O protocolo TCP/IP merece respeito, já que levou a internet nas costas desde sua criação até hoje. No entanto, cientistas das Universidade de Aalborg, do MIT e da Caltech desenvolvem uma maneira de driblar suas limitações, que poderia multiplicar por 10 vezes a velocidade de transmissão de dados, com uma tecnologia chamada “network coding”, ou codificação de rede. A novidade poderia ser uma chave para a criação das redes 5G futuramente.
O problema com o bom e velho TCP/IP, segundo os pesquisadores, é que ele pode ser bastante ineficiente e, às vezes, inseguros, abrindo espaço para espionagem e roubo de informações. Atualmente, os nós da rede recebem os pacotes de dados e os reencaminham exatamente como foram recebidos e na ordem de chegada. Já com a nova tecnologia, os nós seriam capazes de redirecionar e recodificar os pacotes conforme necessário, evitando também a interceptação das informações.
O professor Frank Fitzek, da Universidade de Aalborg, relata que os experimentos até o momento tiveram sucesso, obtendo velocidades entre 5 a 10 vezes maiores do que o comum. Nos testes, um vídeo de quatro minutos foi baixado cinco vezes nesta rede sem interrupções.
O pesquisador diz que a tecnologia poderia ser aplicada em comunicação com satélites, internet móvel ou simplesmente a internet comum com computadores.
Os nós inteligentes podem receber os pacotes em qualquer ordem para transmissão dos dados, o que não é possível no TCP/IP. Assim, além de melhorar a velocidade de transferência, a interceptação fica mais complexa já que os pacotes viajam quase de forma aleatória, ficando difícil remontar a informação no meio do caminho.

Matéria original no site Olhar Digital como segue o link: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43274/43274 

sábado, 27 de abril de 2013

APLICATIVO PARA ANDROID PODE ROUBAR DADOS DO SEU CARTÃO

Seu cartão de crédito não está seguro contra fraudes nem mesmo quando está dentro da carteira, dentro do bolso. Um aplicativo para Android pode utilizar o campo NFC de um celular para se comunicar com o cartão quando aproximado para extrair suas informações pessoais.

Segundo a CBC News, o processo leva apenas um segundo para ser concluído e, como não requer nem mesmo contato físico, não deixa qualquer tipo de evidência. A emissora obteve sucesso ao testar o app em um Samsung Galaxy S3.

Para que o aplicativo funcione, no entanto, é necessário que o cartão tenha a funcionalidade NFC, que permite pagar alguma conta por aproximação. Nem todos os cartões de crédito possuem este recurso e a tecnologia ainda não é muito popular no Brasil. Cartões como o MasterCard PayPass e Visa payWave, disponíveis no exterior, estão sujeitos a este problema.

As companhias contatas pela emissora, no entanto, minimizam o problema. Segundo elas, mesmo que o número seja obtido desta forma, o infrator não teria contato com o código de segurança que fica atrás do cartão. Além disso, ao fazer uma compra online, outras etapas de verificação são necessárias, o que inviabilizaria a utilização fraudulenta.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Eles gravam vídeos, tiram fotos, acessam a internet, consultam a previsão do tempo... tudo com projeções feitas em uma tela diante dos olhos. Não é de se admirar que a experiência seja um tanto esquisita, até mesmo para quem está diretamente envolvido com o projeto. Eric Schmidt, chariman do Google, confessou que a experiência de interagir com o Glass, os óculos inteligentes em desenvolvimento pela companhia, é "estranha”. A declaração foi dada nessa quinta-feira, em palestra na Universidade de Harvard. Além de comentar a esquisitice da tecnologia, Schmidt admitiu que há lugares em que o produto não será bem-vindo por comprometer a privacidade alheia. Um bar em Seattle, nos Estados Unidos, já avisou que proibirá seus clientes de usar a traquitana e ameaçou expulsar do local os eventuais infratores. O Google não revela a data de lançamento do Glass, mas avisa que o prepara para 2014, com pré-venda estimada em US$ 1,5 mil. Recentemente, a companhia distribuiu protótipos a alguns usuários escolhidos para testar o serviço.
Matéria do Olhar digital leia matéria no link.
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/chairman-do-google-assume-que-oculos-inteligentes-sao-estranhos

sábado, 30 de março de 2013


O Facebook sabe muito mais a seu respeito do que você imagina

Facebook

O Facebook está empenhado na sua missão de se tornar a plataforma de publicidade mais eficaz do mundo virtual, e para isso tem mostrado que está fazendo o dever de casa e estudando muito bem seus usuários, até mesmo fora da rede social.
O jornal norte-americano The New York Times explica que a estratégia de publicidade segmentada da companhia de Mark Zuckerberg vai muito além das informações reveladas pelo próprio usuário no Facebook. Para que os anunciantes consigam atingir o público alvo de maneira eficiente, a rede social está buscando informações em fontes de dados externas para aprender mais sobre cada pessoa que utiliza sua plataforma. Dessa maneira, ela pretende fazer com que os usuários vejam apenas anúncios considerados relevantes para eles.
Para conseguir atingir sua meta e agradar aos anunciantes, no final do último mês o Facebook anunciou parcerias com quatro empresas que fazem o trabalho de coleta de dados comportamentais lucrativos, operações de loja de cartões de fidelização, lista de e-mails de clientes e monitoramento de visitas a sites. Essas empresas são: Acxiom, Datalogix, Epsilon e BlueKai.
As parcerias podem ajudar uma montadora a personalizar um anúncio para um usuário interessado em um carro novo, por exemplo, explica o jornal. "Nosso objetivo é melhorar a relevância dos anúncios que as pessoas veem no Facebook e a eficácia das campanhas de marketing", disse Gokul Rajaram, diretor de produto para anúncios no Facebook. 
Já para os usuários, essas mudanças no sistema de publicidade significam que eles não vão ver apenas propagandas baseadas no que eles "curtem" no Facebook, mas sim em suas tendências online e offline. Isso porque a empresa vai analisar o que eles gostam de comer, que tipo de roupa costumam usar, etc. 
A rede será capaz de saber, por exemplo, que, se o usuário usa o seu cartão de fidelidade do supermercado para comprar refrigerante, ele pode se deparar com um anúncio da Coca-Cola quando fizer login no Facebook. Mas é importante destacar que nenhuma informação de identificação sobre os usuários será compartilhada com os anunciantes, já que os nomes de usuário e e-mails do Facebook serão criptografados e protegidos. 


CANALTECH


sábado, 2 de março de 2013


Jovem estudante do MIT cria computador com interface 3D


O SpaceTop 3D é um computador parecido com as plataformas vistas em filmes de ficção científica. A interface do aparelho é toda em três dimensões e a navegação por ela funciona por gestos. A invenção é de um jovem estudante do MIT, Jinha Lee.

Seu aparelho foi apresentado em uma palestra do TED California, série de encontros realizados com pensadores e cientistas. Na edição, realizada nos Estados Unidos, Lee exibiu seu PC com recursos impressionantes. É possível arrastar, pegar e manusear páginas, documentos e vídeos como se fossem coisas fisicamente reais.

O equipamento funciona com uma tela de LED transparente e duas câmeras combinadas. Uma rastreia os gestos e a outra rastreia os olhos do usuário, ajustando perspectiva e profundidade dos itens projetados na tela.

Esse é o segundo projeto relevante de Lee. No ano passado ele se destacou também pela criação do ZeroN, uma bola de metal que levitava num campo eletromagnético pré-definido. Ela também podia gravar o espaço ao redor em vídeo.

Créditos da Matéria ao site Olhar Digital que saiu dia 26 de Fevereiro de 2013 | 18:15h
Link: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/jovem-estudante-do-mit-cria-computador-com-interface-3d

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Cientistas convertem DNA em unidade de armazenamento
A ideia era transformar moléculas em uma espécie de pendrive
17 de Agosto de 2012 | 10:53h


Cientistas da Universidade de Harvard conseguiram converter um livro de 53.426 palavras em DNA. Sim, DNA, a mesma substância que fornece o modelo genético para todas as coisas vivas.


A longo prazo, destaca o Mashable, o recurso pode se tornar uma opção como sistema de armazenamento. O experimento foi publicado na revista Sciense nessa quinta-feira (16/08) e seu objetivo era provar que há como usar moléculas de DNA para armazenar grandes quantidades de dados. 

É possível guardar mais informações ali por milímetro cúbico do que em memórias flash. A dificuldade disso é a tradução, tanto do material para DNA, quanto o contrário. 

Os pesquisadores começaram pelo livro, que contém o texto, 11 imagens e um programa em javascript, e converteram-no para código binário: atribuíram a cada base de núcleo do DNA um 0 ou um 1. A parte difícil veio em seguida: sintetizar a cadeia do DNA, que teria 5,27 milhões de bases de comprimento, o que eles fizeram aos poucos, dividindo-o a cada 96 bases. 

Quando terminaram, o livro era um DNA sintético com cerca de um milionésimo do peso de um grão de areia. Ler o livro foi menos complicado, pois toda a tecnologia de sequenciamento está disponível comercialmente. Bastou organizar a sequência do DNA e decodificá-la novamente para o formato binário, então o livro surgiu como um arquivo em HTML. 

Poucos erros foram encontrados durante o processo, somente 10 bits de um total de 5,27 milhões, e há dois bons motivos para se investir na tecnologia. O primeiro é a longevidade, o DNA pode durar milhares de anos - ou milhões, se estiver preso ao âmbar (como no filme "Jurassic Park"). 

Em segundo lugar, por ser a base da vida, o DNA está garantido como tecnologia para as futuras gerações. Mas também há duas desvantagens. A primeira é o custo, já que o equipamento necessário para sequenciamento ainda é caro. E a segunda é o fato de que não é possível alterar nada, o DNA só serve para gravações únicas.

-- créditos matéria do site Olhar digital endereço abaixo. 
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/cientistas-convertem-dna-em-unidade-de-armazenamento

sábado, 10 de janeiro de 2009

No Limiar da Informação

limiarPosso esta errado mais esta chegando o dia em que a INTERNET vai realmente cumprir seu papel, alem de conectar as pessoas vai literalmente guardar as suas informações seja lá qual for o teor e a importancia destas informações, com o avanço da tecnologia essa realidade fica cada dia mais evidente, como eu mencionei num artigo anterior com relação as memoria flash que a cada dia que passa vem ganhando a preferencia de usuarios para o transporte de dados pela sua facilidade e portabilidade, com o aumento da capacidade deste tipo de midia os HDsauros estão fadados a extinção total, e seram lembrados ou visto em museu do tempo em que os homens o usavam para armazenar informações com caracteristicas pouco atraentes, as memorias flash vem crescendo em popularidades, o ponto é que ficamos cada vez mais dependentes da internet com a facilidade e o consequente barateamento da Internet as pessoas vem em busca desta tecnologia que passa a fazer parte do seu dia a dia atingindo quase todos os setores da vida moderna, hoje se faz muita coisa pela internet, pagamentos, compras, reserva de passagens, com a difusão dos cyber cafês mais e mais pessoas poderam ter acesso a Internet.

Com a evolução da Internet hoje em dia muita gente ja disponibiliza informações na internet em HDs virtuais e deste modo ter acesso as informações a qualquer hora, em qualquer lugar as informações estarão lá, acredito que o grande problema hoje seja com relação a segurança de suas informações, proteger seus dados e saber que estão seguros e inviolaveis e fundamental para que possamos dar credibilidade ao sistema de armazenamento virtual.

Enfim a tecnologia existe, o que falta agora é estabelecer politicas de utilização, e regras que possam dar garantias aos seus usuários de que suas informações estão seguras e o mais importante so você tera acesso à elas.